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29 de maio de 2015

5 motivos para o seu e-commerce investir em market places


Market Place é a onda do momento do e-commerce no Brasil. Ao mesmo tempo em que grandes portais como Walmart, Americanas e Submarino adaptam suas lojas para oferecer produtos de parceiros, as plataformas de e-commerce vem facilitando a integração aos clientes que queiram optar por vender neste novo canal.

É um negócio tentador que promete o melhor dos mundos. Enquanto o market place se responsabiliza pela geração de tráfego cuidando da propaganda, publicidade e promoções, as lojas parceiras se encarregam do estoque e logística de entrega.

Apesar das vantagens, o modelo ainda gera desconfiança entre a maioria dos varejistas online. Afinal de contas, é uma parceria ou estou contribuindo para o meu concorrente crescer ainda mais em cima do meu trabalho? Quem garante que o market place não vai entrar também no negócio quando perceber que eu estou aumentando minhas vendas? Vale a pena sacrificar minha margem de lucro para pagar a comissão?

São questões naturais para um modelo ainda recente, mas uma coisa é certa: o market place já é uma realidade. No Brasil, segundo estimativas do Mercado Livre, representa 20% do faturamento do setor, sendo que de cada cinco produtos vendidos no e-commerce, um é feito através do market place. Nos EUA, o canal é responsável por 1/3 das vendas segundo dados apresentados no último Shop.Org, maior evento de e-commerce do mundo.

Diante desse fato, estar presente no market place não é uma questão de “se” (vale a pena), mas de “como” (aproveitar o canal como oportunidade). Por isso nesta série de posts nossa equipe vai analisar alguns aspectos essenciais para auxiliá-lo a avaliar o investimento neste canal de vendas. A começar com as principais razões para fazer parte de um market place.

  1. O modelo market place transforma os grandes portais de e-commerce em parceiros na medida que direcionam o tráfego que geram para os produtos das lojas participantes, criando novas oportunidades de venda.
  2. Como as campanhas de propaganda dos market places têm abrangência nacional, acabam se tornando uma grande vitrine para as lojas parceiras venderem para o país inteiro.
  3. O lojista só paga a comissão ao market place depois de realizada a venda. Além de flexibilizar os investimentos em propaganda, o e-commerce pode concentrar o trabalho da equipe na operação e atendimento.
  4. Market places integrados com a plataforma de e-commerce da loja parceira também facilitam a operação no que se refere ao front end (layout e esposição dos produtos) e back end (processamento dos pagamentos e pedidos).
  5. Os market places tem investido em plataformas de dados para conhecer melhor o perfil de compra dos clientes (big data). Essas informações são compartilhadas com os lojistas parceiros para que aprimorem seu mix de produtos e ofertas.

As vantagens são grandes e inegáveis, mas não se podem esquecer os riscos. A parceria com market places podem comprometer as margens de lucro e até mesmo a sobrevivência das lojas.

4 dicas essenciais antes de vender pelo WhatsApp

Acordar com as mensagens do WhatsApp já é rotina da maior parte dos 50 milhões de usuários no Brasil. Reunindo todas as facilidades das mensagens de SMS com a vantagem de ser grátis, o aplicativo tornou-se a principal forma de conversar, trocar mensagens, fotos e vídeos de forma instantânea. E, como todo canal de comunicação de sucesso, começa a ser alvo de empresas e profissionais interessados em vender e atender clientes. Já existem inclusive ferramentas especializadas em organizar os comunicados e contatos de forma a facilitar o processo.

Na verdade, o WhatsApp é uma moeda de duas faces: uma vez que sua empresa cria a possibilidade de vender pelo aplicativo, também abre um canal de atendimento. Por outro lado, se atende solicitações de clientes, também cria oportunidade para vendas.

Mas antes de sair correndo disparando mensagens para prospects ou atendendo dúvidas de clientes e consumidores é necessário fazer uma avaliação sobre as oportunidades e riscos. Assim como o telefone, e-mail e Facebook, o WhatsApp nada mais é do que um canal de comunicação, com “regras de conduta” a serem respeitadas. Na área comercial, por exemplo, certifique-se de que os prospects não se sintam incomodados. Só mande mensagens depois de ter a permissão da pessoa.

A chave para vender efetivamente pelo app é enviar a oferta certa para a pessoa certa, no momento certo. Portanto, nada de mandar mensagens a torto e a direito. Estude o perfil de cada cliente ou prospect e o período que mais necessitam do seu produto ou serviço. Envia uma promoção ou oferta especial personalizada, por outro segredo do sucesso para esse tipo de comunicação são as mensagens pessoais. Nada contra envio de piadas e vídeos engraçados para quebrar o gelo, mas aqui o aconselhável certificar se a pessoa do outro lado está aberta a esse tipo de comunicação.

Lembre-se que o WhatsApp é um canal de comunicação de mão dupla. Se o cliente ou prospect autoriza receber suas mensagens, automaticamente está permitindo que ele também as envie para você. Então esteja preparado para responder prontamente não só as dúvidas quanto também as reclamações.

Para utilizar o WhatsApp como canal de SAC também é preciso ser rápido nas respostas, pois o cliente quer agilidade. Nesse aspecto, é muito semelhante aos chats online, por isso uma dica é encarregar os funcionários da área para responder no aplicativo ou contratar profissionais com experiência nessa modalidade de atendimento.

Resumo

– Estabeleça “regras de etiqueta” para abordagem comercial.

– Estude o perfil e necessidades do cliente ou prospect para aumentar as chances de enviar a mensagem certa no momento certo.

– As mensagens tem de ser personalizadas, nada de spams.

– Se o cliente autorizou receber suas mensagens, você também o autorizou a receber as dele. Esteja preparado para responder com agilidade.