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14 de setembro de 2021

Campeões mostram aos diretores da CNC trabalho inspirador do Sesc-RJ no esporte


“O esporte no Sesc não é um fim, é um meio de transformação das pessoas”, afirmou o medalhista olímpico do vôlei Giovani Gávio.

Os campeões do vôlei Giovani Gávio e Juciely Barreto e a recordista da natação Patrícia Amorim fizeram uma apresentação na reunião de Diretoria da CNC, em 9 de setembro, mostrando o trabalho realizado pelo Sesc no Rio de Janeiro na área do esporte.

Giovani agradeceu o apoio dado pelo presidente do Sistema Fecomércio-Sesc-Senac-RJ, Antonio Florencio de Queiroz Junior, e disse ser motivo de orgulho falar dos projetos desenvolvidos, que levam os benefícios da prática esportiva a um número significativo de pessoas. “O esporte dentro do Sesc não é um fim, é um meio”, afirmou Giovani, para completar em seguida: “Um meio de transformação das pessoas. É nisso que a gente acredita.”

Para o atleta, o esporte permite que as pessoas tenham uma saúde melhor e, por isso, precisa ser visto como um agente de transformação e de melhoria da sociedade. “Ainda mais agora que estamos vivendo um momento em que os nossos jovens e a população em geral ainda estão isolados por conta da pandemia. Assim que tivermos a oportunidade de voltar às nossas unidades devemos estar prontos para oferecer a essa população um esporte adequado, com regras e condições ideais de prática, até mesmo para uma adaptação das pessoas por terem estado durante tanto tempo paradas”, disse Geovani.

Parceria com o Mesa Brasil

Ele também lembrou o importante papel social dos projetos desenvolvidos pelo Sesc. “O nosso time de vôlei feminino atua e tem um papel de exemplo. Está aqui a Juciely, a grande capitã desse time, para confirmar que, obviamente antes da pandemia, quando tínhamos a presença de público no ginásio, nós não cobrávamos o ingresso, nós trocávamos a entrada por alimentos. E, assim, fazíamos uma parceria extraordinária com o Mesa Brasil.”

Em outros momentos, o time participou de diversas campanhas como o Outubro Rosa, o Novembro Azul, em que as atletas usavam a cor na roupa do uniforme. Ou seja, segundo Giovani Gávio, o time também é um projeto de comunicação importante, “porque faz as pessoas atentarem para as coisas”.

Uma das mais recentes iniciativas é o desenvolvimento de escolas adaptadas de esporte nas unidades. “Nós temos um grande desafio”, afirmou Giovani. “Em poucos anos, mais da metade da população jovem do nosso país será obesa. Nós temos, sim, que ter um papel de transformação desse público, porque nossos jovens são o futuro e se tivermos um futuro em que a saúde possa estar comprometida haverá um grande prejuízo para as pessoas e o País”.

Missão

O campeão olímpico disse que também via a oportunidade de apresentação aos diretores da CNC como a possibilidade de inspirar a difusão de iniciativas semelhantes nos demais estados brasileiros. E destacou um ponto que ele considera importante. “Um outro estudo aponta que nós precisamos estimular as práticas esportivas entre as mulheres, porque as mães é que são responsáveis por conduzir seus filhos para o esporte, não são os pais. Eles até levam as crianças para o estádio, etc. Mas se a mãe não pegar o menino ou a menina para levar na escolinha, no clube, eles não vão praticar esporte”, afirmou Giovani.

“Com o apoio do presidente Antonio Queiroz nós montamos um time para entregar algo bacana, diferente para as pessoas. Me sinto muito honrado em levar a marca do Sesc junto comigo. Eu assumo essa missão, porque é assim que a gente se sente útil. Uma das melhores sensações que a gente pode ter é a sensação de servir e isso também transforma a gente”, completou Gávio.

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