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3 de fevereiro de 2021

Microkiller: tecnologia aliada ao combate ao novo coronavírus


Aparelhos contribuem para eliminar vírus do ar

Reduzir os riscos de contágio é um grande desafio para a sociedade e para empresas empenhadas em encontrar soluções que ampliem a segurança das pessoas em um momento tão crítico quanto o que estamos vivendo.

A pandemia do novo coronavírus vem mobilizando pesquisadores no mundo todo em busca não somente de tratamentos, vacinas mas também de outras soluções que aumentem a proteção e consigam barrar a proliferação do vírus. Uma dessas iniciativas é 100% brasileira e acaba de chegar ao mercado.

Trata-se dos equipamentos Microkiller que fazem parte das balas de prata da prevenção que todos estão aguardando. Segundo Pedro Giammarusti, CEO da Smart Globe Sistemas Inteligentes, detentora da marca Microkiller, os equipamentos foram desenvolvidos com tecnologia nacional própria utilizando princípios biofísicos e bioquímicos e complementam as ações profiláticasde combate ao vírus podendo promover a purificação continuada do ar ambiente.

“Os aparelhos estão disponíveis em diversas versões para utilização residencial ou predial, lançam mão da ação da radiação Ultra Violeta Banda C e do ozônio sobre os micro organismos, os quais, de forma cientificamente dosada promovem a alteração da estrutura genética destes de modo a impedir sua replicação; desta forma, mesmo que eventualmente ocorra contágio por seres humanos, a infecção não se instala, pois não há proliferação dos vírus”, conta Giammarusti. Ainda de acordo com o empresário, os produtos são silenciosos, não necessitando de instalação especial, sua operação contínua permanente é segura e ecológica. Eles ainda são dotados de automação eletrônica e recursos de supervisão remota wireless (Internet das Coisas) acessível via aplicativos para smartphones, não geram subprodutos agressivos nem para os seres humanos nem para o meio ambiente, alguns modelos podendo inclusive ser deslocados para diferentes ambientes. “São auxiliares de grande importância tanto no “novo normal” quanto no “futuro normal” que já começa a se delinear, podem ser utilizados de forma contínua tanto em ambientes residenciais quanto empresariais, auxiliando na purificação constante do ar pois atuam sobre vírus, bactérias, protozoários, fungos e ácaros”, afirma Giammarusti.

A utilização de princípios biofísicos/bioquímicos indica que provavelmente poderão atuar também sobre as futuras mutações dos micro-organismos conhecidos atualmente.

O produto

Para entender como o produto funciona, Giammarusti  explica que as radiações ultra violeta banda C na faixa de 254nm possuem conhecidamente ação germicida, podendo eliminar micro-organismos patogênicos, assim sendo utilizamos o efeito fotolítico desta radiação para criar falhas no RNA viral, inibindo as propriedades de replicação dos vírus. “Já o ozônio, utilizado há décadas em alta escala como agente com alto poder de oxidação no tratamento de águas, inclusive as servidas, atua bioquimicamente sobre o capsídeo, o invólucro  dos vírus, rompendo-o e atuando sobre seu núcleo, inativando-os”, conta.

Os equipamentos Microkiller aspiram o ar do recinto, este atravessa um filtro que retém as partículas sólidas em suspensão, as quais também servem como carreadores dos vírus, seguindo para a câmara de purificação na qual sofrem ação da radiação ultravioleta, do ozônio ou dos dois, de forma complementar.

O ar assim tratado retorna ao ambiente, em um ciclo contínuo; para os equipamentos dotados de radiação ultravioleta banda C, provisões especiais são feitas no sentido de não permitir a exposição dos seres humanos à radiação, de maneira que o tratamento do ar ambiente pode ser efetuado de forma contínua e permanente, promovendo um incremento na segurança biológica do recinto.

“Já para os equipamentos utilizando a tecnologia ozônio, a aplicação deve ser feita nos horários nos quais não exista ocupação do ambiente, pois o ozônio não deve ser inalado por seres humanos”, alerta Giammarusti.

Como dito acima, existem modelos que combinam ambas as tecnologias, desta forma no uso diurno é utilizada a tecnologia ultravioleta, ao passo que durante algumas dezenas de minutos no período noturno é utilizada a tecnologia ozônio.

Os equipamentos são extremamente simples de operar, são dotados de inteligência para atribuição da devida segurança na utilização, de modo que promovem o bloqueio da aplicação do ozônio caso alguma pessoa entre no ambiente; adicionalmente informam a temperatura e umidade relativa ambientais, assim com a pressão barométrica, totalizam o número de horas de utilização do equipamento e da vida útil do filtro substituível.

“Os períodos e a frequência de aplicação dos tratamentos podem ser programados via aplicativos para smartphones, permitindo assim, inclusive, habilitar ou inibir remotamente os processos, via recursos da Internet das Coisas”, dz Giammarusti.

Chegada ao mercado 

O equipamento estará sendo disponibilizado no mercado em fevereiro. “Atenderemos diretamente órgãos públicos e mercados corporativos. Para maiores informações sugerimos entrar em contato conosco via formulário eletrônico disponível na aba “contato” do site  www.smartglobe.com.br”, finaliza Giammarusti.

 

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