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8 de novembro de 2021

Na CI21, presidente da CNC defende união dos povos e integração pelo comércio


Fala de José Roberto Tadros marcou o encerramento da terceira edição da Conferência de Comércio Internacional e Serviços do Mercosul

O presidente da Confederação Nacional do Comércio, Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, defendeu a união entre os povos, pela paz, segurança e a integração cada vez maior do comércio entre os continentes.

A fala de Tadros marcou o encerramento da terceira edição da Conferência de Comércio Internacional e Serviços do Mercosul (CI21), realizada nesta sexta-feira (5). Na ocasião, a CNC passou a Presidência pro tempore do Conselho de Câmaras de Comércio do Mercosul (CCCM) à Câmara de Comércio do Paraguai.

Ao agradecer os representantes das Câmaras de Comércio do Mercosul, empresários, especialistas e representantes do Governo, José Roberto Tadros ressaltou o papel do comércio, que é de aproximar nações e integrar culturas. “Precisamos dar voz uníssona pela consecução da união, da paz e do comércio”, destacou.

Benefícios econômicos

O presidente ressaltou que o documento escrito pela CCCM e pela União Europeia, por meio da Eurochambres, irá proporcionar benefícios econômicos e principalmente sociais aos países envolvidos. O acordo entre o Mercosul e a União Europeia, consolidado após 22 anos de articulação, irá garantir segurança jurídica, com regras mais modernas no que se refere ao comércio internacional e à propriedade intelectual.

“A nossa expectativa é que a ratificação deste acordo torne o bloco ainda mais integrado. Com a redução de travas e obstáculos, ampliaremos as relações com outros mercados e teremos um comércio cada vez mais internacionalizado”, disse Tadros.

O papel social do acordo entre Mercosul e União Europeia destacado por Tadros se refere ao combate à pobreza e ao desemprego no Brasil e em países em desenvolvimento. O enfoque vai além, disse ele, com a preservação do meio ambiente, sobretudo a Amazônia. “Existe a preocupação de que a maior floresta tropical do mundo dê lugar à produção agrícola, prejudicando o meio ambiente. O agronegócio brasileiro vem buscando alternativas sustentáveis que alinham desenvolvimento e preservação ambiental”, afirmou.

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