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7 de maio de 2021

Ampliação do horário do comércio paulista atende a pedidos da FecomercioSP


Pelas próximas duas semanas, todos os estabelecimentos comerciais do Estado poderão atender entre 6h e 21h, com ocupação máxima de 30%

A partir deste sábado (8 de maio), o horário de funcionamento dos estabelecimentos do comércio e de restaurantes paulistas será ampliado até as 21h. A fase de transição do Plano São Paulo foi prorrogada por mais duas semanas, valendo até 23 de maio, um domingo.

Nas próximas duas semanas, atividades comerciais, restaurantes e similares, salões de beleza e barbearias, atividades culturais e academias podem atender entre 6h e 21h. Além disso, a capacidade máxima de ocupação foi ampliada para 30% em todos os estabelecimentos, valendo para todo o Estado. O toque de recolher ocorre entre 21h e 5h.

As medidas atendem a constantes pedidos da FecomercioSP, entidade empresarial líder do sistema sindical de comércio de bens, de serviços e de turismo paulista, junto ao Poder Público, que reforça que o comércio formal não é responsável pela proliferação do novo coronavírus, além de aplicar com rigor os protocolos sanitários nos estabelecimentos.

A Entidade já havia conseguido a ampliação do horário de funcionamento dos estabelecimentos comerciais em todo o Estado de São Paulo há duas semanas, favorecendo a dinâmica dos negócios e a redução do risco de aglomeração.

No anúncio de hoje, o Governo Estadual destacou que o teletrabalho permanece sendo importante para atividades administrativas não essenciais, assim como o escalonamento dos horários de entrada e saída das atividades do comércio e dos serviços.

Essas ampliações do horário e da capacidade de ocupação auxiliam o setor de comércio, pois trazem maior capacidade de atendimento, reduzindo a possibilidade de aglomeração nos corredores comerciais, e possibilita a manutenção do quadro de funcionários desses negócios, destaca a FecomercioSP.

Contudo, a flexibilização do horário de funcionamento é apenas uma das frentes de combate à crise financeira nas empresas. A Federação mantém constante diálogo com o Poder Público para conseguir outras medidas urgentes de amparo.

 

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