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21 de maio de 2019

Tadros defende sustentabilidade dos Sindicatos na abertura do 35º CNSE


Esse foi o ponto principal defendido na noite de quarta-feira, 15, durante a abertura do 35º Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNSE)

A necessidade de se unir e discutir novas estratégias para o sindicalismo patronal brasileiro. Esse foi o ponto principal defendido na noite de quarta-feira, 15, durante a abertura do 35º Congresso Nacional de Sindicatos Empresariais do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNSE). O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, ressaltou ser essa a hora de repensar o novo sindicalismo, focando principalmente na sua sustentabilidade.

O evento, que tem como objetivo principal fortalecer e inspirar o sindicalismo empresarial em busca da autossustentabilidade, é uma realização da Fecomércio-CE, com promoção do Sindilojas Fortaleza e patrocínio da CNC. Este ano, o Congresso traz a temática “O Novo Sindicalismo Empresarial e Atuação dos seus Braços Sociais”.
Em sua fala, José Roberto Tadros lembrou que o comércio é responsável por quase 70% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional e contribui com cerca de 85% dos empregos no País, por isso, alega ser responsabilidade do 3º setor se manter de pé e oferecer aos consumidores os melhores produtos e serviços.
“É uma satisfação estar aqui, nesse grande Congresso da democracia”, falou, afirmando que, juntos, existe a certeza de concretizar ações e estratégias para fortalecer o sindicalismo patronal no Brasil. “Com essas cabeças pensantes e com homens e mulheres habilidosos, vamos encontrar as soluções”, afirmou o presidente da CNC.
Novo ciclo no sindicalismo
O presidente licenciado da Fecomércio Ceará e Vice-Presidente administrativo da CNC, Luiz Gastão Bittencourt, concordou. De acordo com ele, passamos por um novo ciclo no sindicalismo, por ser um momento de incertezas e de mudanças, como o corte da contribuição sindical. “É preciso repensar o papel do sindicalismo no Brasil e para que ele sobreviva é necessário dar as mãos”, ponderou.
Para Gastão, o 35º CNSE é o espaço ideal de se debater novas propostas para que o sindicato patronal continue forte e pujante. “Somos uma entidade de coragem que buscar inovar a relação capital e trabalho, e é essa coragem que vai marcar o novo ciclo do sindicalismo patronal no Brasil”, afirmou.
O presidente da Fecomércio Ceará, Maurício Filizola, disse estar convicto que será um fórum de compartilhamento, atualização, de muita reflexão e muito trabalho, mas principalmente, de muita união. “Quero dizer o quanto somos fortes e quanto podemos sair daqui ainda mais fortalecidos, como aliados responsáveis pela maior força produtiva desse nosso País”, disse.
Estiveram presentes ainda o secretário-chefe da Casa Civil do Governo do Ceará, Élcio Batista, representando o governador Cid Gomes, e o deputado estadual, Sérgio Aguiar, representando, a Assembleia Legislativa do Ceará.

 

Foto: Carolina Braga

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