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3 de outubro de 2012

Carminhas e Tufões!


Nestes dias que antecedem as eleições municipais, vale comentar sobre o festival de mentiras e impropriedades a que os eleitores são submetidos no famigerado Horário Eleitoral Gratuito e comícios.

Candidatos a Prefeito e Vereadores, enganam os eleitores com uma desfaçatez ímpar. Todos vão cuidar da saúde, educação, transporte e segurança, todos serão protetores dos pobres. O que nenhum deles explica é o porque vereadores em terceiro, ou quarto mandato, até agora não fizeram o que prometem fazer se eleitos para o quinto mandato, tampouco os candidatos a Vereança ou a Prefeito explicam de onde virão os recursos para custear o festival de bondades que prometem.

Dar maior qualidade ao transporte público, investir em novos meios de transporte de massa com redução de tarifa, com isenções em profusão, significa na prática aumentar o subsídio, e o dinheiro de onde virá? Nenhum deles admite aumentar a carga fiscal, e todos se comprometem a aumentar a gastança. Fica difícil fechar essa conta.

Alguns cometem a impropriedade em afirmar que irão governar para os pobres! E os ricos, médios e remediados onde devem viver? Um prefeito governa para os munícipes sejam eles ricos ou pobres, brancos ou negros, homens ou mulheres. Essa balela demagógica só pode prosperar a custa da ignorância ou desdém do eleitor.

Uma coisa é preciso saber: nenhum governante dá nada que não tenha tirado de alguém. É preciso ter em mente que nada é de graça, alguém está pagando e nunca é o governo, pois este não gera riqueza e sim se apropria em forma de impostos e taxas da riqueza gerada pela sociedade. Todos pagam impostos, já que eles compõem os preços dos produtos e serviços consumidos por toda a sociedade.

É preciso que a sociedade preste mais atenção nesses caras de pau, farsantes que infestam nossas televisões. Mudam apenas a novela, mas os personagens continuam os mesmos: as “Carminhas” como candidatos e os “Tufões” como os otários eleitores! A diferença é que uma está chegando ao fim, outra apenas começando, e o roteiro será escolhido pelo cidadão, que deve agir com inteligência e senso critico na hora de votar.