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30 de maio de 2018

Como empreender e sobreviver em um país sem lei e sem ordem?


No Brasil a esquerda difundiu massivamente a questão dos direitos, mas nunca foi incorporado a essas questões qual o limite ao exercício dos direitos e a punição pela exacerbação, por vezes criminosas, desse mesmo exercício.Há o direito a greve, mas o direito não é impositivo, assim quem não quer participar da greve não pode ser punido ou impedido de exercer seu trabalho. Ao ameaçar e impor a paralisação de um caminhão, exemplo do que acontece na manifestação contra o aumento dos combustíveis, inclusive furando o pneu do veículo, torna-se um crime de sequestro do direito ao trabalho, direito de ir e vir e ao direito de propriedade, uma vez que o caminhoneiro não pode usufruir da propriedade de seu veículo para suas atividades.

 

Pode-se entender também o direito a moradia, mas ao usurpar a propriedade de outrem, fere-se o Direito a propriedade.Não se estabelece que o direito de um cidadão cessa quando este interfere no direito de outro e ainda mais grave quando fere o direito da maioria dos cidadãos.

 

Por pior torna-se o entendimento confuso e diverso da justiça, ante a interpretações pessoais do texto legal, onde um juiz condena e outro absolve, além de casos absurdos em que juízes através de entidades, manifestam que não irão cumprir a Lei, como aconteceu ante a “Reforma Trabalhista”, o que causa imensa insegurança jurídica, levando a população a incertezas ante a suas condutas.

 

Por fim firmado um acordo entre os grevistas e o governo, se estabelece uma redução no preço dos combustíveis e no pedágio. Mas de onde sairá o dinheiro para ressarcir a Petrobras, as Concessionárias de Rodovias, tendo em vista que o caixa do governo já é deficitário? Por certo de todos nós! Pois haverá um aumento de tributos, que no fundo impactam a todos.  Vai pagar menos no combustível, mas muito mais no pneu, peças, acessórios e tudo mais, finalizando que a economia tornar-se-á um prejuízo.

 

A medida adequada é fazer uma imensa reforma do Estado brasileiro com mais de um milhão de funcionários públicos federais, com 40 empresas estatais criadas no governo petista, todas deficitárias, mais de 600 parlamentares federais, cada qual com dezenas de assessores e imensos privilégios, municípios sem quase nenhuma arrecadação e onze vereadores sem ter o que fazer, mas com bons salários, benefícios,sendo alguns imorais. Somente para uma comparação a Casa Branca (EUA) tem 377 funcionários; o Palácio do Planalto(BR) tem 3.800.

Com esta forma de governo não há imposto que dê conta desse custo. Assim,somente será possível uma verdadeira reforma tributária diminuindo esse absurdo custo do Estado brasileiro, que consome mais de 40% de tudo que é produzido no país, com uma reforma do Estado, tornando-o menor, mais eficiente, menos interveniente e mais produtivo. Com uma carga tributária menor, menos intervencionismo e menos obrigações assessórias, por certo o empreendedorismo e a empregabilidade terá enorme crescimento, propiciando a melhoria de renda de toda a população e certamente maior arrecadação pelo Estado.