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11 de maio de 2016

O crime de irresponsabilidade


A presidente Dilma, alega não cometeu crime de responsabilidade, que não há contra ela acusação de enriquecimento ilícito e de possuir contas no exterior. Os fatos demonstram que desmandos não são de responsabilidade, mas sim de extrema irresponsabilidade. Irresponsabilidade que vem se ampliando com os pacotes de bondades praticados no estertor de seu desgoverno. A presidente tratou a coisa pública com uma irresponsabilidade de fazer inveja, falseou a verdade na campanha eleitoral de maneira não menos irresponsável e, portanto é passível da acusação que lhe é feita.

Não há contra ela, é fato, acusação de enriquecimento ilícito, mas, todavia como ministra, presidente do conselho de administração da Petrobras e presidente da República, não é admissível seu desconhecimento das ilegalidades perpetradas, assim como não pode fugir de sua responsabilidade na aquisição superfaturada da sucata de Pasadena. Se não foi beneficiada diretamente pelas mazelas, foi certamente conivente. É cúmplice!

Os desvios de dinheiro na Petrobras e em órgãos de governo não são de pequena monta, coisas que não chamam a atenção de qualquer gestor. Assim, se todos esses bilhões desviados passaram despercebidos pela gestora, fica evidente que ou ela é incompetente ou é conivente. O mesmo se dá em relação às chamadas pedaladas fiscais, uma manobra contábil que tem por finalidade criar um saldo fictício nas contas públicas e gastá-lo como se de fato o dinheiro lá estivesse, mas sem observar a devida eficácia do dinheiro aplicado, sem a gestão do recurso.

Os ventos que sopram nos dão conta de dias turbulentos, pois dentro da matriz política do governo, a promoção de badernas, invasões e outros delitos que tratados de forma tênue pela justiça, como se praticados fossem pelos famosos movimentos sociais, que na verdade constituem-se em braços operacionais dos partidos políticos de apoio ao governo, agindo a soldo e a mando de militantes partidários e que em sua maior parte não tem a percepção clara de que estão sendo utilizados para fins ilícitos e pessoais dos mandantes e que provavelmente estarão nas primeiras filas do “paredão” se e quando seus mandantes impuserem o regime “democrático” que apregoam.

Aliás, chega a ser hilário verificar como partidos de raiz totalitária como o PCB e PCdB, entre outros, se utilizam com tamanha desfaçatez da palavra democracia, palavra essa que não consta no dicionário das ideologias e doutrinas que propugnam.

Mais do que mudar o governo é importante dar um basta nessa esquerda comunista, gramscista, totalitária e corrupta. Países como Cuba, Venezuela, União Soviética, Alemanha Oriental, China, foram à inanição, socializando a miséria, mas seus dirigentes viveram faustamente dilapidando o Estado e a população pela eliminação dos oponentes. É imperativo retomar a rota do crescimento e da confiança, com austeridade, responsabilidade administrativa, ética pública em conformidade com os princípios basilares do Estado Democrático de Direito, e da Liberdade que se traduz em benefícios para todos.

Não vai ter “Golpe”, o grande golpe foi elaborado há mais de uma década, mas só em 2015 foi de fato percebido, muito embora muitos já prenunciavam o que estava por vir.