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	<title>Copom &#8211; SincoElétrico</title>
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	<description>Sindicato do Comércio Varejista de Material Elétrico e Aparelhos Eletrodomésticos no Estado de São Paulo</description>
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	<title>Copom &#8211; SincoElétrico</title>
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		<title>Ata do Copom: BC não indica mais cortes na taxa de juros</title>
		<link>https://sincoeletrico.com.br/ata-do-copom-bc-nao-indica-mais-cortes-na-taxa-de-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sinco@admin2023]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 14:54:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Corte de juros]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central (BC) não indicou um novo corte na taxa Selic, os juros básicos da economia. Em meio às tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC afirmou que a magnitude e o “ciclo de calibração” (para cima ou para baixo) da Selic serão determinados “ao longo do tempo”, à medida que novas informações forem incorporadas às análises. As informações estão na ata da reunião do Copom da semana passada, divulgada na terça-feira (24). Na ocasião, o colegiado reduziu os juros em de 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. “Essa decisão é compatível com o cenário atual, no qual a duração e extensão dos conflitos geopolíticos, assim como sinais mistos sobre o ritmo de desaceleração da atividade econômica e seus efeitos sobre o nível de preços, dificultam a identificação de tendências claras”, diz a ata. Antes da escalada do conflito no Irã, a expectativa predominante era de um corte de 0,5 ponto percentual na taxa. Para o Copom, a atual conjuntura exige “perseverança, firmeza e serenidade” na condução da política monetária e uma restrição maior e por mais tempo do que seria apropriado antes. “As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes, que seguiam em trajetória de declínio, subiram após o início dos conflitos no Oriente Médio, permanecendo acima da meta de inflação em todos os horizontes. Foi ressaltado que o custo de desinflação sobre o nível de atividade ao longo do tempo é maior em ambientes com expectativas desancoradas”, explicou o BC. “No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo [principalmente de commodities, como o petróleo]”, diz a ata. A taxa básica de juros serve de referência para as demais taxas da economia e é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%. Para este ano, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – referência oficial da inflação no país – subiu para 4,17%, de acordo com o último boletim do BC. Os analistas também estimam que a Selic termine 2026 em 12,5% ao ano. Desde junho do ano passado, a Selic estava em 15% ao ano. A última vez em que o Copom reduziu&#160;os juros foi&#160;em maio de 2024, quando a Selic passou de 10,75% para 10,5% ao ano. Em setembro do mesmo ano, a taxa começou a ser elevada, até chegar aos 15% ao ano. Cenários De acordo com ata divulgada hoje, até o início dos conflitos, as leituras indicavam algum arrefecimento da inflação e crescimento econômico compatível com a política monetária em curso. Por isso, na reunião de janeiro, o Copom julgou adequado sinalizar o início de um ciclo de calibração da taxa básica de juros, ainda que mantendo seu caráter restritivo. Mas a incerteza com relação ao cenário externo se elevou consideravelmente, avaliou o colegiado. “Além do agravamento das tensões geopolíticas, novas incertezas com relação à política econômica dos Estados Unidos colaboraram para tornar esse cenário ainda mais incerto”, diz a ata. Sobre o ambiente doméstico, o Copom reafirma que a saúde das contas públicas também é fator determinante para o sucesso do controle da inflação. Segundo o BC, a política fiscal não apenas estimula a demanda no curto prazo, mas molda a confiança dos investidores na sustentabilidade da dívida brasileira. O Copom enfatizou que uma política fiscal contracíclica — aquela que ajuda a equilibrar a economia em momentos de euforia ou retração — é essencial para reduzir o “prêmio de risco”. Quando o mercado percebe incerteza sobre o pagamento da dívida pública, exige juros mais altos para emprestar dinheiro ao país. “O esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos deletérios sobre a potência da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade”, explicou. Fonte: Agência Brasil Foto: Freepik]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Banco Central (BC) não indicou um novo corte na taxa Selic, os juros básicos da economia. Em meio às tensões em torno da guerra no Oriente Médio, o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC afirmou que a magnitude e o “ciclo de calibração” (para cima ou para baixo) da Selic serão determinados “ao longo do tempo”, à medida que novas informações forem incorporadas às análises.</p>



<p class="wp-block-paragraph">As informações estão na ata da reunião do Copom da semana passada, divulgada na terça-feira (24). Na ocasião, o colegiado reduziu os juros em de 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Essa decisão é compatível com o cenário atual, no qual a duração e extensão dos conflitos geopolíticos, assim como sinais mistos sobre o ritmo de desaceleração da atividade econômica e seus efeitos sobre o nível de preços, dificultam a identificação de tendências claras”, diz a ata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Antes da escalada do conflito no Irã, a expectativa predominante era de um corte de 0,5 ponto percentual na taxa. Para o Copom, a atual conjuntura exige “perseverança, firmeza e serenidade” na condução da política monetária e uma restrição maior e por mais tempo do que seria apropriado antes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“As expectativas de inflação, medidas por diferentes instrumentos e obtidas de diferentes grupos de agentes, que seguiam em trajetória de declínio, subiram após o início dos conflitos no Oriente Médio, permanecendo acima da meta de inflação em todos os horizontes. Foi ressaltado que o custo de desinflação sobre o nível de atividade ao longo do tempo é maior em ambientes com expectativas desancoradas”, explicou o BC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“No cenário atual, caracterizado por forte aumento da incerteza, o Comitê reafirma serenidade e cautela na condução da política monetária, de forma que os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo [principalmente de commodities, como o petróleo]”, diz a ata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A taxa básica de juros serve de referência para as demais taxas da economia e é o principal instrumento do Banco Central para manter a inflação sob controle.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta de inflação é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5%, e o superior, 4,5%. Para este ano, a previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – referência oficial da inflação no país – subiu para 4,17%, de acordo com o último boletim do BC.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Os analistas também estimam que a Selic termine 2026 em 12,5% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde junho do ano passado, a Selic estava em 15% ao ano. A última vez em que o Copom reduziu&nbsp;os juros foi&nbsp;em maio de 2024, quando a Selic passou de 10,75% para 10,5% ao ano. Em setembro do mesmo ano, a taxa começou a ser elevada, até chegar aos 15% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Cenários</strong></p>



<p class="wp-block-paragraph">De acordo com ata divulgada hoje, até o início dos conflitos, as leituras indicavam algum arrefecimento da inflação e crescimento econômico compatível com a política monetária em curso. Por isso, na reunião de janeiro, o Copom julgou adequado sinalizar o início de um ciclo de calibração da taxa básica de juros, ainda que mantendo seu caráter restritivo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas a incerteza com relação ao cenário externo se elevou consideravelmente, avaliou o colegiado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“Além do agravamento das tensões geopolíticas, novas incertezas com relação à política econômica dos Estados Unidos colaboraram para tornar esse cenário ainda mais incerto”, diz a ata.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Sobre o ambiente doméstico, o Copom reafirma que a saúde das contas públicas também é fator determinante para o sucesso do controle da inflação. Segundo o BC, a política fiscal não apenas estimula a demanda no curto prazo, mas molda a confiança dos investidores na sustentabilidade da dívida brasileira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O Copom enfatizou que uma política fiscal contracíclica — aquela que ajuda a equilibrar a economia em momentos de euforia ou retração — é essencial para reduzir o “prêmio de risco”. Quando o mercado percebe incerteza sobre o pagamento da dívida pública, exige juros mais altos para emprestar dinheiro ao país.</p>



<p class="wp-block-paragraph">“O esmorecimento no esforço de reformas estruturais e disciplina fiscal, o aumento de crédito direcionado e as incertezas sobre a estabilização da dívida pública têm o potencial de elevar a taxa de juros neutra da economia, com impactos deletérios sobre a potência da política monetária e, consequentemente, sobre o custo de desinflação em termos de atividade”, explicou.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Foto: Freepik</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Copom reduz a taxa básica de juros da economia, a Selic, de 15% para 14,75% ao ano</title>
		<link>https://sincoeletrico.com.br/copom-reduz-a-taxa-basica-de-juros-da-economia-a-selic-de-15-para-1475-ao-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sinco@admin2023]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 11:29:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[taxa básica de juros]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (18) reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano. Essa é a primeira diminuição da Selic desde maio de 2024. Essa era a expectativa da maior parte do mercado financeiro, que projetava uma redução de 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano. O comitê entende que a decisão &#8220;é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego&#8221;. Por conta dos conflitos no Oriente Médio, o Comitê não indicou novos cortes nas próximas reuniões. Na decisão, o Copom afirma que, no cenário atual, &#8220;os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo&#8221;. O começo do processo de queda dos juros no Brasil ocorre apesar das incertezas internacionais, decorrentes da guerra no Oriente Médio — que tem pressionado o petróleo para mais de US$ 100 por barril, contra US$ 72 antes do conflito. A disparada do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes. A expectativa do mercado para a inflação em 2026 já subiu na semana passada. Na decisão, o Copom afirma que os conflitos no Oriente Médio afetam &#8220;direta e indiretamente&#8221; a inflação no Brasil e que os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, que já se encontravam mais elevados do que o usual, se intensificaram após o início dos conflitos. &#8220;O Comitê considera os impactos dos conflitos no Oriente Médio de forma prospectiva, em particular seus efeitos sobre a cadeia de suprimentos global e os preços de commodities que afetam direta e indiretamente a inflação no Brasil&#8221;, diz o comunicado. Copom desfalcado A reunião desta quarta teve dois votos a menos, por causa das saídas do diretor de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e do diretor de Política Econômica, Diogo Guillen. O governo ainda não indicou substitutos. Como as decisões são tomadas Para definir os juros, a instituição atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic. Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%. Com a inflação ficando seis meses seguidos acima da meta em junho, o BC teve de divulgar uma carta pública explicando os motivos. Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses. Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia. Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o terceiro trimestre de 2027. Fonte: G1 Foto: Freepik]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) decidiu nesta quarta-feira (18) reduzir a taxa básica de juros da economia, a Selic, em 0,25 ponto percentual, de 15% para 14,75% ao ano.<strong> E</strong>ssa é a primeira diminuição da Selic desde maio de 2024.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa era a expectativa da maior parte do mercado financeiro, que projetava uma redução de 0,25 ponto percentual, para 14,75% ao ano.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O comitê entende que a decisão &#8220;é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante. Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego&#8221;.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Por conta dos conflitos no Oriente Médio, o Comitê não indicou novos cortes nas próximas reuniões.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, o Copom afirma que, no cenário atual, &#8220;os passos futuros do processo de calibração da taxa básica de juros possam incorporar novas informações que aumentem a clareza sobre a profundidade e a extensão dos conflitos no Oriente Médio, assim como seus efeitos diretos e indiretos sobre o nível de preços ao longo do tempo&#8221;.<a href="https://globoplay.globo.com/categorias/lollapalooza/?origemId=1779&amp;utm_source=g1&amp;utm_medium=tapume&amp;utm_campaign=aq-org_g1_conteudo_up_perf_banner_web_tier2_live_lolla-24&amp;utm_content=banner&amp;utm_term=tapume-g1-assista"></a></p>



<p class="wp-block-paragraph">O começo do processo de queda dos juros no Brasil ocorre apesar das incertezas internacionais, decorrentes da guerra no Oriente Médio — que tem pressionado o petróleo para mais de US$ 100 por barril, contra US$ 72 antes do conflito.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A disparada do petróleo, por sua vez, já está impulsionando os preços dos combustíveis no país, apesar de a Petrobras ainda não ter anunciado reajustes. A expectativa do mercado para a inflação em 2026 já subiu na semana passada.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Na decisão, o Copom afirma que os conflitos no Oriente Médio afetam &#8220;direta e indiretamente&#8221; a inflação no Brasil e que os riscos para a inflação, tanto de alta quanto de baixa, que já se encontravam mais elevados do que o usual, se intensificaram após o início dos conflitos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">&#8220;O Comitê considera os impactos dos conflitos no Oriente Médio de forma prospectiva, em particular seus efeitos sobre a cadeia de suprimentos global e os preços de commodities que afetam direta e indiretamente a inflação no Brasil&#8221;, diz o comunicado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Copom desfalcado</h2>



<p class="wp-block-paragraph">A reunião desta quarta teve dois votos a menos, por causa das saídas do diretor de Organização do Sistema Financeiro, Renato Gomes, e do diretor de Política Econômica, Diogo Guillen. O governo ainda não indicou substitutos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como as decisões são tomadas</h2>



<p class="wp-block-paragraph">Para definir os juros, a instituição atua com base no sistema de metas. Se as projeções de inflação estão em linha com as metas, é possível baixar os juros. Se estão acima, o Copom tende a manter ou subir a Selic.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Desde o início de 2025, com o início do sistema de meta contínua, o objetivo foi fixado em 3% e será considerado cumprido se a inflação oscilar entre 1,5% e 4,5%.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Com a inflação ficando seis meses seguidos acima da meta em junho, o BC teve de divulgar uma carta pública explicando os motivos.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ao definir a taxa de juros, o BC olha para o futuro, ou seja, para as projeções de inflação, e não para a variação corrente dos preços, ou seja, dos últimos meses.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Isso ocorre porque as mudanças na taxa Selic demoram de seis a 18 meses para ter impacto pleno na economia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Neste momento, por exemplo, a instituição já está mirando na meta considerando o terceiro trimestre de 2027.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: G1</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Foto: Freepik</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Alta do diesel pressiona custos do comércio e reforça atenção do setor à próxima decisão do Copom, avalia CNC</title>
		<link>https://sincoeletrico.com.br/alta-do-diesel-pressiona-custos-do-comercio-e-reforca-atencao-do-setor-a-proxima-decisao-do-copom-avalia-cnc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[sinco@admin2023]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 16:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alta do diesel]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[taxa de juros]]></category>
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					<description><![CDATA[O reajuste de R$ 0,38 por litro no preço do diesel vendido às distribuidoras, anunciado pela Petrobras, reacendeu a preocupação de setores produtivos com os custos logísticos no país. Considerando a mistura obrigatória de biodiesel, o impacto estimado no preço do combustível comercializado nos postos é de cerca de R$ 0,32 por litro. O diesel é o principal insumo do transporte rodoviário de cargas, responsável mais de 60% da movimentação de mercadorias no Brasil. Por isso, variações no preço do combustível tendem a se refletir em toda a cadeia de abastecimento. Para o comércio de bens, serviços e turismo, o aumento tende a pressionar despesas operacionais ao longo das cadeias de abastecimento, com efeitos sobre fretes, distribuição e formação de preços. O impacto é particularmente relevante para atividades que dependem intensamente do transporte de mercadorias, como o comércio varejista, o atacado e a distribuição. O setor de turismo também acompanha os desdobramentos, já que o diesel é um dos principais custos do transporte rodoviário de passageiros. Além do impacto direto sobre as empresas, o reajuste também pode influenciar as expectativas inflacionárias no curto prazo. O movimento ocorre poucos dias antes da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), prevista para 18 de março, quando o Banco Central do Brasil definirá o rumo da taxa básica de juros. A evolução dos preços de combustíveis costuma ser observada de perto pelos analistas por seus efeitos indiretos sobre diversos setores da economia, especialmente aqueles com forte dependência logística. Segundo o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fabio Bentes, a alta recente dos combustíveis ocorre em um contexto internacional mais amplo. “A recente volatilidade no mercado global de energia, impulsionada por tensões geopolíticas no Oriente Médio e a consequente alta do barril de petróleo para patamares superiores a US$ 100, gera reflexos profundos e multifacetados na economia brasileira”, afirma. O impacto vai além dos custos imediatos. “Esses efeitos produzem pressões inflacionárias preocupantes, já que o item ‘transportes’ responde por 20% da inflação. Esse impacto não é apenas estático, mas também dinâmico, pois as variações nos preços dos combustíveis se espalham rapidamente pelos demais preços.” Bentes destaca ainda que esse cenário influencia diretamente a atuação da política monetária. “Na tentativa de neutralizar tais efeitos, o Copom utiliza a política monetária como instrumento de estabilização, produzindo efeitos colaterais que freiam o ritmo da atividade econômica.” A dinâmica dos custos logísticos é um fator relevante para o desempenho do comércio e dos serviços, uma vez que afeta tanto as margens das empresas quanto o poder de compra dos consumidores. A Confederação segue atenta ao tema que influencia diretamente segmentos como logística, turismo e distribuição de mercadorias. Fonte: CNC Foto: Freepik]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p class="wp-block-paragraph">O reajuste de R$ 0,38 por litro no preço do diesel vendido às distribuidoras, anunciado pela Petrobras, reacendeu a preocupação de setores produtivos com os custos logísticos no país. Considerando a mistura obrigatória de biodiesel, o impacto estimado no preço do combustível comercializado nos postos é de cerca de R$ 0,32 por litro.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O diesel é o principal insumo do transporte rodoviário de cargas, responsável mais de 60% da movimentação de mercadorias no Brasil. Por isso, variações no preço do combustível tendem a se refletir em toda a cadeia de abastecimento.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Para o comércio de bens, serviços e turismo, o aumento tende a pressionar despesas operacionais ao longo das cadeias de abastecimento, com efeitos sobre fretes, distribuição e formação de preços.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto é particularmente relevante para atividades que dependem intensamente do transporte de mercadorias, como o comércio varejista, o atacado e a distribuição. O setor de turismo também acompanha os desdobramentos, já que o diesel é um dos principais custos do transporte rodoviário de passageiros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Além do impacto direto sobre as empresas, o reajuste também pode influenciar as expectativas inflacionárias no curto prazo. O movimento ocorre poucos dias antes da próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), prevista para 18 de março, quando o Banco Central do Brasil definirá o rumo da taxa básica de juros.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A evolução dos preços de combustíveis costuma ser observada de perto pelos analistas por seus efeitos indiretos sobre diversos setores da economia, especialmente aqueles com forte dependência logística.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Segundo o economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), Fabio Bentes, a alta recente dos combustíveis ocorre em um contexto internacional mais amplo. “A recente volatilidade no mercado global de energia, impulsionada por tensões geopolíticas no Oriente Médio e a consequente alta do barril de petróleo para patamares superiores a US$ 100, gera reflexos profundos e multifacetados na economia brasileira”, afirma.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O impacto vai além dos custos imediatos. “Esses efeitos produzem pressões inflacionárias preocupantes, já que o item ‘transportes’ responde por 20% da inflação. Esse impacto não é apenas estático, mas também dinâmico, pois as variações nos preços dos combustíveis se espalham rapidamente pelos demais preços.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">Bentes destaca ainda que esse cenário influencia diretamente a atuação da política monetária. “Na tentativa de neutralizar tais efeitos, o Copom utiliza a política monetária como instrumento de estabilização, produzindo efeitos colaterais que freiam o ritmo da atividade econômica.”</p>



<p class="wp-block-paragraph">A dinâmica dos custos logísticos é um fator relevante para o desempenho do comércio e dos serviços, uma vez que afeta tanto as margens das empresas quanto o poder de compra dos consumidores. A Confederação segue atenta ao tema que influencia diretamente segmentos como logística, turismo e distribuição de mercadorias.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Fonte: CNC</em></p>



<p class="wp-block-paragraph"><em>Foto: Freepik </em></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>
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