Nota Fiscal – O que muda com a Reforma Tributária?

A implementação da Reforma Tributária do consumo, iniciada com a Emenda Constitucional nº 132/2023, começa a trazer mudanças práticas para as empresas brasileiras, especialmente na emissão de documentos fiscais eletrônicos. A adaptação da nota fiscal é uma das primeiras obrigações visíveis para contribuintes, e o ano de 2026 marca um período crucial de transição da Reforma Tributária. Embora a obrigação legal de informar os novos tributos nos documentos fiscais tenha começado em 1º de janeiro de 2026 para empresas do regime normal, o Fisco flexibilizou tecnicamente as regras de validação. Essa flexibilização foi estabelecida por meio do Ato Conjunto RFB/CGIBS nº 1/2025 para vigorar por um período de quatro meses contados a partir da publicação da parte comum do IBS e da CBS, que ainda não ocorreu. Isso significa que as notas não serão rejeitadas pela ausência dos novos campos, mas a obrigação de informá-los permanece, sujeitando a empresa a penalidades em caso de descumprimento no futuro. Novos tributos da Reforma Tributária e o impacto na nota fiscal Com a instituição do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) pela Lei Complementar 214/2025, a base de tributação ficará mais ampla. As operações podendo ser tributadas, imunes, isentas, ter o imposto suspenso ou diferido, e até mesmo com alíquota zero, como no caso do IPI. Esse rol de tratamentos tributários variados precisará ser contemplado nos emissores de documentos fiscais eletrônicos, sendo que a principal mudança é a inclusão de campos específicos para IBS, CBS e o Imposto Seletivo (IS). Esses campos permitem o registro da incidência dos novos tributos, em fase de teste durante 2026, com alíquotas de 0,9% para a CBS e 0,1% para o IBS. Importante ressaltar que, neste período, haverá a dispensa do recolhimento desses valores para os contribuintes que emitirem os documentos fiscais seguindo as novas normas Na prática, os documentos fiscais precisarão demonstrar: Mudanças no leiaute dos documentos fiscais Para viabilizar a transição, o governo publicou a Nota Técnica 2025.002, que altera o leiaute da NF-e e da NFC-e. E as Notas Técnicas nº 2025.001 e SE/CGNFS-e nº 004, que são a base para outros documentos, como CT-e, BP-e, NFCom e NFS-e. As Notas Técnicas introduzem novos grupos de informações e eventos fiscais relacionados ao IBS e à CBS. Além disso, duas novas finalidades serão disponibilizadas para a emissão de notas fiscais: a nota de débito e a nota de crédito. Como exemplo, uma nota fiscal emitida para documentar a devolução de uma mercadoria vendida a um consumidor final é um caso especial de Nota de Crédito. O cronograma de adaptação estabelece as seguintes etapas: Essas mudanças exigem ajustes em ERPs, sistemas de faturamento e integrações fiscais, demandando uma atuação conjunta das áreas fiscal, contábil e de tecnologia das empresas e de seus fornecedores de sistemas. Padronização e compartilhamento nacional de dados Um aspecto central da reforma é a criação de um ambiente nacional de dados fiscais, compartilhando informações entre União, Estados e Municípios. A legislação determina que os sistemas autorizadores sejam adaptados a um padrão nacional, o que inclui a adoção do arquivo DFeTiposBasicos_v1.00.xsd no pacote de schemas de cada documento, garantindo a uniformidade dos campos de IBS e CBS Essa integração visa ampliar a transparência e o cruzamento de informações pelas administrações tributárias. Pontos de atenção para empresas A adaptação às novas regras exigirá atenção a diversos aspectos operacionais. Entre os principais pontos destacados por especialistas estão: Transição exigirá convivência entre sistemas Durante o período de transição, as empresas lidarão simultaneamente com os tributos atuais (ICMS, ISS, PIS, COFINS) e os novos (IBS, CBS), o que aumenta a complexidade operacional da gestão tributária. A nota fiscal se torna a peça central para a adaptação ao novo modelo, funcionando como o instrumento fundamental para o registro e o futuro cálculo dos tributos, além de ser uma declaração de débito ao Fisco. Preparação antecipada é essencial Embora o cronograma de implementação seja gradual, a preparação deve começar imediatamente. A adequação dos documentos fiscais é um dos primeiros e mais importantes desafios práticos da Reforma Tributária. Empresas que se anteciparem, investindo em planejamento, atualização tecnológica e capacitação, terão mais segurança e tranquilidade para navegar pela transição para o novo sistema tributário brasileiro Fonte: IOB Foto: Freepik
Riscos fiscais: dicas práticas para evitar e proteger a sua empresa

Muitas empresas brasileiras fecham as portas anualmente não por falta de vendas, mas por erros invisíveis na gestão tributária. Dados do IBGE mostram que o Brasil possui uma das legislações mais complexas do mundo, onde falhas mínimas podem gerar multas que consomem 100% do lucro anual. Para mitigar riscos fiscais, você precisa realizar auditorias digitais periódicas, manter o compliance tributário atualizado e investir em tecnologia de monitoramento de obrigações. Combinadas, essas estratégias reduzem em até 40% a exposição a autuações e garantem a saúde financeira do negócio em longo prazo. Neste artigo, você vai conhecer as principais vulnerabilidades que as empresas enfrentam e como a nova nota fiscal na Reforma Tributária exige uma adaptação imediata dos processos internos. Abordaremos desde a identificação de passivos até estratégias de governança corporativa para manter sua operação segura. O que são riscos fiscais e por que eles ameaçam o negócio? Os riscos fiscais representam a probabilidade de uma empresa sofrer perdas financeiras ou sanções legais devido ao descumprimento de normas tributárias. Muitas vezes, esse risco não nasce da má-fé, mas da complexidade em acompanhar as constantes mudanças nas regras federais, estaduais e municipais. Observa-se que a falta de uma governança corporativa sólida permite que pequenos erros de interpretação se transformem em grandes contingências fiscais. Sem um monitoramento constante, a empresa caminha sobre uma camada fina de gelo, desconhecendo o tamanho do seu passivo real. Como identificar o passivo tributário oculto? O passivo oculto geralmente reside em créditos tributários tomados indevidamente ou em falhas no preenchimento de obrigações acessórias. Muitas organizações acreditam estar em dia apenas por pagarem as guias de impostos, ignorando que o cruzamento de dados do fisco pode identificar inconsistências de anos anteriores. Qual o papel do compliance tributário na prevenção? O compliance tributário atua como um escudo preventivo, estabelecendo processos de verificação que impedem a ocorrência do erro antes da entrega da declaração. Ele garante que a carga tributária paga seja exatamente a devida, nem a mais, nem a menos, assegurando a competitividade no mercado. O Impacto da nota fiscal na Reforma Tributária e na gestão de riscos A transição para o novo modelo de nota fiscal na Reforma Tributária é um dos marcos mais críticos para a gestão de riscos fiscais nesta década. A simplificação prometida traz consigo um período de dualidade de sistemas que pode confundir até os departamentos mais experientes. Na prática, a automação passa a ser obrigatória. Dados mostram que o governo investiu massivamente em inteligência artificial para detectar desvios em tempo real. Por isso, a adaptação não é apenas contábil, mas tecnológica, visando evitar o temido auto de infração. O que muda na emissão de documentos fiscais? Com a unificação de impostos como o IBS e a CBS, o formato de cálculo na nota fiscal sofrerá alterações profundas. A parametrização correta dos sistemas de ERP será vital para evitar que a empresa destaque impostos erroneamente, o que geraria multas pesadas e problemas com a malha fina PJ. Como a tecnologia auxilia na transição para o novo modelo? Sistemas de auditoria digital conseguem simular o olhar do fisco sobre a base de dados da empresa. Em um cenário real, uma indústria do setor têxtil conseguiu evitar uma multa de R$ 500 mil ao identificar, via software, que estava utilizando códigos NCM desatualizados antes do envio do SPED Fiscal. Aspecto Modelo Atual Modelo Reforma Tributária Complexidade Alta (múltiplas alíquotas) Simplificada (IVA Dual) Risco de Erro Elevado por fragmentação Elevado pela transição de sistemas Monitoramento Periódico Em tempo real (Live Reporting) Recuperação de Créditos Burocrática e lenta Mais direta e automatizada Planejamento fiscal vs. evasão: a linha tênue do perigo É fundamental diferenciar a elisão fiscal (legal) da evasão fiscal (ilegal). Enquanto a primeira utiliza brechas na lei para reduzir a carga tributária de forma legítima, a segunda envolve fraude e omissão de dados, o que configura crime e risco de prisão para os sócios. Estudos de especialistas em direito tributário indicam que a segurança jurídica é o bem mais precioso de uma empresa. Um planejamento agressivo demais, sem fundamentação econômica clara, pode ser reclassificado pelo fisco como simulação, resultando em cobranças retroativas devastadoras. Como realizar um planejamento fiscal seguro? Um planejamento seguro deve ser baseado em propósitos negociais reais, e não apenas na economia de impostos. É necessário analisar a estrutura societária e os fluxos de operação para encontrar o regime tributário (Lucro Real ou Presumido) que melhor se adeque à realidade do faturamento e das margens. Quais os limites da elisão fiscal perante o fisco? O limite é a transparência. O uso de créditos tributários deve ser documentado com rigor. Observa-se que empresas que tentam “vender” créditos inexistentes ou utilizar teses jurídicas sem trânsito em julgado são as primeiras a cair na fiscalização eletrônica do governo. Estratégias práticas para mitigar vulnerabilidades tributárias Para reduzir os riscos fiscais, a empresa deve adotar uma postura proativa. Não se trata apenas de reagir a notificações, mas de construir uma cultura de exatidão. A gestão de tributos deve ser vista como uma área estratégica, e não apenas um centro de custos burocrático. Por que investir em auditoria digital e SPED? O SPED Fiscal é a principal fonte de informação para a Receita Federal. Ao realizar uma pré-auditoria digital nesses arquivos, a empresa consegue identificar omissões de notas de entrada ou inconsistências de estoque que poderiam disparar um alerta no sistema do fisco. Como treinar a equipe para evitar erros de preenchimento? Erros operacionais são responsáveis por 60% das multas fiscais. Um exemplo prático envolveu uma transportadora que, por desconhecimento do motorista sobre o preenchimento do CT-e, gerou uma inconsistência de ICMS que travou a frota por 15 dias em um posto fiscal estadual. Checklist: sua empresa está protegida? Perguntas frequentes sobre riscos fiscais Confira a seguir as respostas para as dúvidas mais comuns sobre riscos fiscais: Qual é o impacto financeiro dos riscos fiscais? O impacto pode variar de 10% a 200% do valor do tributo devido, dependendo da gravidade da infração. Além das multas, a empresa sofre com juros de mora e a impossibilidade de participar de licitações ou obter financiamentos bancários devido à falta de certidões. É possível reduzir impostos sem aumentar os riscos? Sim, através de um planejamento
Empresas do Simples Nacional devem decidir sobre regime híbrido da reforma tributária até setembro de 2026

A Reforma Tributária permite que as empresas optantes pelo Simples Nacional escolham, até setembro de 2026, o chamado regime híbrido, no qual a Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e o Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) são recolhidos separadamente do Documento de Arrecadação do Simples (DAS). No entanto, a decisão de aderir ou não a esse regime acende um sinal de alerta para essas empresas, já que a escolha pode gerar impactos relevantes no futuro econômico e financeiro do negócio. Entenda, a seguir, os principais motivos. O que é regime híbrido do Simples Nacional? O regime híbrido do Simples Nacional é como ficou chamada a situação na qual o contribuinte opta em apurar a CBS e o IBS “por fora” do Simples Nacional. No entanto, os demais tributos (IRPJ, CSLL, CPP e IPI) continuam sendo recolhidos em guia única no DAS, com as devidas alíquotas previstas no seu Anexo de tributação, nos termos da Lei Complementar nº 123/2006. Neste caso, o IBS e a CBS serão recolhidos como regime regular, por conta disso, é chamado de regime híbrido de tributação. Como vimos, os tributos atuais (IRPJ, CSLL, CPP e IPI) e os da reforma (IBS e CBS) são apurados ao mesmo tempo em dois regimes distintos. Com a Reforma Tributária, quais são as duas opções de tributação do Simples Nacional? Com a implementação da Reforma Tributária, o contribuinte do Simples Nacional terá duas opções de tributação: Recolher de forma unificada, dentro do regime simplificado, os tributos inerentes à sua operação (IPI, IBS, CBS, IRPJ, CSLL, CPP); ouRecolher como regime híbrido, sendo o IBS e a CBS pelo regime regular (“por fora” do regime simplificado), e os demais tributos (IPI, IRPJ, CSLL e CPP) pelo Simples Nacional. Vale ressaltar que, quando se tratar de início de atividade, a opção produzirá efeitos a partir da data do início, desde que exercida nos termos, prazo e condições a serem estabelecidos em ato do Comitê Gestor do Simples Nacional – CGSN. Como a possibilidade de aproveitamento de crédito influencia a competitividade? É importante destacar que, com a opção de tributar “por fora”, os optantes pelo Simples Nacional passarão a ter direito a se creditar do IBS e da CBS em todas as suas aquisições (operações, prestações e importações), exceto em relação ao uso e consumo pessoal, seguindo, assim, o princípio da não cumulatividade, inclusive usufruindo de benefícios fiscais. Poderão, ainda, transferir créditos do IBS e da CBS ao adquirente (comprador) pessoa jurídica, sem restrição, ou seja, atuando como regime regular. Na prática, isso influencia na competitividade do mercado em negociações de empresa para empresa. Inclusive, pode trazer impacto no fluxo de caixa, na formação de preço, margem de lucro e, assim, definir o futuro da empresa. Qual é o prazo para optar pelo regime híbrido do Simples Nacional? A opção pelo recolhimento do IBS e da CBS no regime regular (fora do Simples Nacional) será realizada por semestre, sem poder alterar para cada um dos períodos a seguir: Prazo para opção do recolhimento do IBS e da CBS “por fora” Atenção, contribuintes do Simples Nacional É muito importante ressaltar que para o ano de 2027, o contribuinte deve fazer a opção pelo regime regular (regime híbrido) até setembro de 2026, mesmo que já tenha feito a opção pelo Simples Nacional em janeiro de 2026. Como optar pelo regime híbrido do Simples Nacional? A formalização da opção pelo regime híbrido do Simples Nacional ainda depende de regulamentação. Ou seja, é preciso esperar para saber qual é o meio para fazer a opção. Mesmo assim, já é possível analisar a viabilidade do sistema e contar com soluções que ajudam o contribuinte a ter clareza de qual é a melhor escolha a se fazer em cada caso. Fonte: Portal Contábeis – com informações adaptadas IOB NotíciasFoto: Freepik
Reforma Tributária: cinco passos para PMEs se prepararem para as mudanças

Com a reforma tributária já em vigor no Brasil, especialistas alertam que as pequenas e médias empresas (PMEs) tendem a ser mais impactadas pelas mudanças na apuração de impostos, na formação de preços e na organização financeira. Isso ocorre, em grande medida, pelo baixo nível de preparo estrutural desses empreendimentos. A situação é ainda mais preocupante quando se observa que as microempresas, empresas de pequeno porte e MEIs representam entre 97% e 99% das instituições privadas ativas no país. Além disso, o IBGE aponta que mais da metade dos empregos formais do setor privado provém desse tipo de negócio. Mesmo com essa importância para a economia brasileira, a estrutura de gestão das PMEs ainda é caracterizada pela informalidade, por controles limitados e por decisões tributárias reativas, tomadas apenas no momento do recolhimento dos impostos. Assim, a reforma tributária surge como um fator de pressão adicional para empresas que já lidam com margens reduzidas, crédito restrito e alta volatilidade de custos. “A reforma tributária não cria a fragilidade das PMEs; ela apenas escancara uma realidade que já existe. Muitas empresas não sabem exatamente quanto pagam de imposto por produto, serviço ou contrato, e isso se torna crítico em um novo modelo”, destaca o contador e advogado Jhonny Martins. “Existe uma percepção equivocada de que quem está no Simples Nacional ou tem contratos de longo prazo estará protegido. A reforma afeta a formação de preços, as margens e a renegociação contratual. Ignorar isso agora pode gerar problemas difíceis de corrigir depois”, acrescenta. Pontos de atenção para as PMEs diante da reforma tributária Além de observar com atenção o planejamento tributário, o especialista aponta cinco aspectos fundamentais para os pequenos negócios diante da reforma. Avaliar o impacto real da reforma no negócio O primeiro passo é entender como a nova lógica tributária afeta produtos, serviços e contratos específicos. Sem essa análise, decisões de preço e negociação passam a ser feitas sem base técnica. Integrar áreas que hoje operam de forma isolada Tributação não é um tema exclusivo da contabilidade. As áreas comercial, financeira e jurídica precisam atuar de forma coordenada para evitar distorções de margem e conflitos contratuais. Revisar preços e margens com antecedência A mudança no modelo de impostos altera custos indiretos. Empresas que não recalcularem sua estrutura de preços correm o risco de manter faturamento e perder rentabilidade gradualmente. Avaliar com critério a contratação de assessoria especializada Nem todas as empresas têm estrutura interna para lidar com a complexidade da transição. Buscar parceiros com visão integrada, e não apenas operacional, reduz riscos e retrabalho. Tratar planejamento como processo contínuo A reforma não será um evento pontual. Ajustes e regulamentações ocorrerão ao longo dos próximos anos, exigindo revisões periódicas da estratégia tributária e financeira. Por fim, o advogado reforça que o maior erro das PMEs é tratar a reforma como um tema distante ou restrito às grandes corporações. “Quem se antecipa ganha tempo, previsibilidade e margem de manobra. Quem ignora reage sob pressão, geralmente quando o impacto já chegou ao caixa”, conclui. Fonte: Diário do Comércio Foto: Freepik
eSocial vai mudar, de novo. Conheça as alterações que entram em vigor no dia 24

O eSocial publicou na sexta-feira, 13/2, a Nota Técnica S-1.3 nº 06/2026, que promove ajustes nos leiautes, tabelas, regras de validação e esquemas XSD da versão S-1.3. As alterações já estão parcialmente implantadas e terão novas fases de implementação nos ambientes de produção restrita e produção até abril. A atualização envolve modificações relevantes em eventos periódicos, não periódicos e de processos trabalhistas, com destaque para validações relacionadas a óbito, FGTS, classificação tributária e precatórios da Justiça Comum. Segundo o documento, o objetivo é apresentar ajustes necessários nos leiautes do eSocial para garantir maior consistência nas validações e adequação às normas recentes, como a Portaria Consolidada MTE nº 1/2025. Foram disponibilizados: Leiautes do eSocial versão S-1.3 (consolidado até NT 06/2026); Anexo I – Tabelas; Anexo II – Regras; Esquemas XSD versão S-1.3 (NT 06/2026). As mudanças previstas abaixo já estão valendo em ambiente de produção restrita e devem ser adequadas para a próxima terça-feira (24). Os ajustes previstos para o eSocial em fevereiro são significativamente reduzidos perto das mudanças anunciadas para abril deste ano, que estarão disponíveis em ambiente de produção restrita no dia 6 de abril deste ano e depois em produção no dia 27 de abril. Confira abaixo as mudanças no eSocial e já coloque no radar as alterações previstas: Fonte: Convergência Digital Imagem: Arte/SincoElétrico