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SincoElétrico

PIB encerra 2024 com crescimento de 3,4%, maior alta desde 2021

O Produto Interno Bruto (PIB) do país encerrou o ano de 2024 com crescimento de 3,4%, totalizando R$ 11,7 trilhões, segundo divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira, 7. A taxa é a maior desde 2021, quando o PIB brasileiro cresceu 4,8%, após um registro negativo de 3,3% em 2020. Receba as principais notícias direto no WhatsApp! Inscreva-se no canal do Terra Na comparação entre o quarto e o terceiro trimestre do ano passado, o PIB desacelerou 0,2%, o que significa que houve estabilidade. Em nota informativa, o Ministério da Fazenda considerou que o crescimento do PIB no último trimestre e em 2024 foi marginalmente abaixo do projetado pela Secretaria de Política Econômica (SPE) na grade de parâmetros de fevereiro, deixando um impulso de cerca de 0,5% para 2025. Com relação a outros países do 620, o PIB brasileiro foi o quarto maior, na variação acumulada do ano passado, ficando atrás de China (5%), Indonésia (5%) e Índia (6,7%). Para o decorrer deste ano, a Fazenda projeta crescimento de 2,3% da economia, com menores impulsos do mercado de crédito e em razão do aspecto contracionista da política monetária. Segundo o IBGE, os setores que mais influenciaram o crescimento do PIB em 2024 foram os de Serviços e da Indústria que, em comparação a 2023, cresceram 3,7% e 3,3% respectivamente. Na mesma comparação, a Agropecuária sofreu queda de 3,2%. Já o PIB per capita alcançou R$ 55.247,45, um avanço, em termos reais, de 3,0% frente ao ano anterior. Rebeca Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, ressalta que os principais destaques do PIB pela ótica produtiva (das atividades econômicas) foram Outras atividades de  serviços (5,3%), Indústria de transformação (3,8%) e Comércio (3,8%), que juntos foram responsáveis por cerca da metade do crescimento do PIB em 2024. Na Indústria, a atividade de Construção foi o destaque positivo ao registrar alta de 4,3% em 2024, em função do crescimento da ocupação na atividade, da produção de insumos típicos e da expansão do crédito. Outras influência positiva, além da Indústria de Transformação, foi a Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos (3,6%). A queda na Agropecuária (-3,2%) reflete o desempenho da Agricultura. Efeitos climáticos adversos impactaram várias culturas importantes da lavoura que registraram queda na estimativa anual de produção e perda de produtividade, tendo como destaque a soja (-4,6%) e o milho (-12,5%). Consumo das Famílias e Consumo do Governo cresceram Pela ótica da demanda, destaque para a Despesa de Consumo das Famílias, que avançou 4,8% em relação a 2023. “Para o consumo das famílias, tivemos uma conjunção positiva, como os programas de transferência de renda do governo, a continuação da melhoria do mercado de trabalho e os juros que foram, em média, mais baixos que em 2023”, explica a pesquisadora. A Despesa do Consumo do Governo teve crescimento de 1,9% no ano. As Importações de Bens e Serviços apresentaram alta de 14,7% em 2024 e as Exportações cresceram 2,9%. Já a taxa de investimento em 2024 foi de 17,0% do PIB, maior que em 2023, quando foi de 16,4%. A taxa de poupança, por sua vez, ficou em 14,5% em 2024 (ante 15,0% no ano anterior). Do total de valor corrente de R$ 11,7 trilhões do PIB, R$ 10,1 trilhões foram referentes ao Valor Adicionado a preços básicos, enquanto R$ 1,6 bilhões aos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios. Fonte: Redação Terra Foto: Freepik

Inadimplência segue ciclo de queda em São Paulo

Mercado de trabalho aquecido e massa de renda mais alta têm mantido orçamento doméstico controlado, mostram dados da FecomercioSP A pesquisa da FecomercioSP mostram que o endividamento e a inadimplência retraíram no mês O mercado de trabalho em seu melhor momento e uma consequente massa de renda historicamente alta — R$ 40,6 bilhões no último trimestre de 2024, na capital paulista, o maior volume da série histórica do IBGE — fizeram com que o volume de famílias inadimplentes em São Paulo caísse novamente em fevereiro, voltando ao patamar de setembro de 2024 (19%), como mostra a Pesquisa do Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). Na verdade, a pesquisa está abaixo da casa dos 20% desde agosto do ano passado, após ficar mais de dois anos acima desse patamar. Na comparação anual, em números absolutos, foram 108 mil lares que saíram dessa situação em fevereiro. E não foi só: caiu também o número de famílias sem condições de pagar suas contas atrasadas é de 8,7% em janeiro para 8,3% — o melhor desempenho desde setembro. A pesquisa da FecomercioSP ainda permite ver que vários outros aspectos que compõem o fenômeno do endividamento e da inadimplência retraíram no mês em questão. Um deles, por exemplo, é o tempo médio de atraso nas dívidas, que hoje está em 63,1 dias. No mesmo mês do ano passado, esse número era 66,2 dias. Esse é um dado relevante, na análise da Federação, porque significa que o juro rolado com a despesa não quitada tende a ser menor, o que favorece um retorno mais rápido da família ao ambiente de consumo. Outro é a retração do tempo comprometido com dívidas não atrasadas — como financiamentos, por exemplo —, que ficou em 7,6 meses. Mais da metade (56%) das contas dos paulistanos, na verdade, não passa do médio prazo. Esse contexto se explica, em sua totalidade, porque o grosso das dívidas na cidade é feito com cartão de crédito — mais especificamente, 82% das famílias endividadas citam a fatura como a despesa a ser paga no horizonte próximo. Os dados do Banco Central apontam que o sistema de crédito continua em vigoroso crescimento, tanto na modalidade à vista quanto na parcelada. Ressalte-se que essa taxa é uma retração em relação à média de 2024, que foi de 85%, segundo os dados da FecomercioSP. Na contramão desse cenário, o número de famílias endividadas voltou a subir . Em fevereiro, 67,7% dos lares encontravam-se nessa situação — em janeiro havia 67,2%. Entretanto, na comparação anual, houve queda de 0,4 pontos porcentuais (p.p.) nesse número — que chegou a 71,7% na metade de 2024. Em números absolutos, são 2,77 milhões de casas endividadas na cidade. A leitura da Entidade é que esse fenômeno pode ser também efeito do mercado de trabalho aquecido e da massa de renda, que faz com que mais pessoas façam compras de médio prazo. Tão importante quanto é que o montante da renda comprometida com dívidas segue em baixa histórica. Em fevereiro, 29,3% dos rendimentos dos lares, na cidade de São Paulo, estavam direcionados para pagar contas desse tipo. Ou seja, mais de dois terços da renda permanece livre para outros tipos de gastos dentro do orçamento doméstico. Menos gente em busca de dinheiro A FecomercioSP também perguntou aos paulistanos sobre a intenção de obter empréstimos nos próximos meses. No mês da análise, 17% das pessoas disseram que pretendiam obter dinheiro emprestado a médio prazo — número que era de 18,1% em janeiro. Nesse grupo, quase a totalidade (89,3%) justifica a demanda por recursos para realizar compras. E, apesar das polêmicas recentes envolvendo o Pix, nunca houve tanta gente disposta a usar esse método de pagamento desde que ele foi criado, em 2020. No total, 26,3% dos entrevistados mencionaram que essa é a modalidade “mais vantajosa” para quitar contas. Não é apenas facilidade, indica a FecomercioSP, mas o fato de as famílias terem dinheiro disponível para arcar com o consumo. Essa percepção reforça a análise da Federação de que a renda familiar está em elevação por causa do mercado de trabalho — que, mais do que isso, tem funcionado como um escudo contra a inflação. No passado recente, quando os preços subiam, as famílias corriam para o cartão de crédito para manter os gastos cotidianos. Agora, parece estar acontecendo uma realocação de recursos, em que, em um contexto inflacionado, as pessoas tiram dinheiro de áreas como o lazer para manter o consumo essencial. O cenário continua desafiador, mas com uma inadimplência controlada, o que é sempre uma boa notícia. Foto: Freepik

Pesquisa da CNC revela que varejistas estão cautelosos com a economia

Pelo segundo mês consecutivo, o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) registrou queda, evidenciando o clima menos otimista no varejo diante de um cenário econômico mais desafiador. Realizada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a pesquisa registrou em fevereiro baixa de 2,1% na comparação com janeiro e de 5,4% em relação a fevereiro do ano anterior, atingindo 103,7 pontos. Ainda assim, o indicador segue acima do nível de satisfação (acima de 100 pontos). O resultado é reflexo da queda de quase todos os componentes analisados, com peso maior para “condições atuais da economia”, que caiu 6,5% na variação mensal e 18,7% no comparativo com o mesmo mês do ano passado. O único subíndice em crescimento foi o de “intenções de investimento em estoque”, que subiu 0,1% nos dois cenários em retrospecto. “A redução da confiança é coerente com o ambiente de juros elevados e de trajetória mais complexa do que no início de 2024. Esses fatores seguem impactando as decisões do empresariado e exigindo cautela na condução dos negócios nos próximos meses. É algo a ser acompanhado de perto, já que o otimismo do setor é essencial para impulsionar os investimentos e gerar crescimento para o País”, afirma o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros. Segmentos em queda Contribuiu para o saldo negativo do Icec a retração de todos os segmentos observados, principalmente pelas lojas do varejo de supermercados, farmácias e lojas de cosméticos, com variação negativa mensal de 3,3%. Roupas, calçados, tecidos e acessórios recuaram 1,7%, enquanto o segmento de eletroeletrônicos, eletrodomésticos, móveis e decorações, cine/foto/som, materiais de construção e veículos tiveram uma queda de 2,7%. “Os comerciantes têm sentido muito o impacto da Selic alta, com a tendência de novos aumentos. A prova disso é que na percepção atual do comércio, as atividades que englobam os bens de maior valor agregado (eletroeletrônicos, móveis e decorações, cine/foto/som, materiais de construção e veículos) caíram 5,3% em relação a janeiro porque são eles os mais afetados pela evolução dos juros”, explica o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares. Sobre o Icec O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec) é um indicador mensal antecedente, apurado entre os tomadores de decisão das empresas de varejo para detectar as tendências das ações do setor do ponto de vista do empresário. A amostra é composta por aproximadamente seis mil empresas situadas em todas as capitais do País, e os subíndices apresentam dispersões que variam de zero a 200 pontos. O Icec avalia as condições atuais, as expectativas de curto prazo e as intenções de investimento dos negócios do comércio. Confira aqui a pesquisa na íntegra e a análise do economista da CNC João Marcelo Costa foto: Freepik

Empresas devem entregar relatório de transparência salarial até sexta (28)

Empresas com mais de 100 funcionários têm até 28 de fevereiro para entregar ao ministério do Trabalho e Emprego informações para o 3º Relatório de Transparência Salarial através do Portal do Emprega Brasil. Este relatório deve incluir detalhes sobre os critérios remuneratórios adotados e as iniciativas para promover a diversidade e a parentalidade compartilhada. A obrigação foi criada pela lei de igualdade salarial, de julho de 2023. O dispositivo altera o artigo 461 da CLT e impõe a empresas com mais de 100 funcionários a obrigação de adotar medidas concretas para assegurar a igualdade salarial e de critérios remuneratórios entre homens e mulheres. Empresas têm até dia 28 de fevereiro para entregar relatório de transparência salarial. Impacto da lei Segundo o ministério do Trabalho, o último relatório mostrou que há uma disparidade salarial significativa, e que 20,7% das mulheres ganham menos do que homens em 50.692 empresas com mais de 100 empregados. Em mais de 15 mil empresas, o percentual é de 5% menos que seus colegas homens em posições equivalentes. O governo esclarece que a nova legislação busca não apenas corrigir estas distorções, mas também promover uma mudança cultural nas organizações. A lei exige que as empresas implementem diversas iniciativas, incluindo transparência nas políticas salariais, fiscalização ativa contra práticas discriminatórias, canais de denúncia, programas de diversidade e inclusão, e suporte à capacitação e avanço profissional das mulheres. Em março, o MTE e o Ministério das Mulheres realizarão um evento para apresentar os dados consolidados do relatório, reiterando a importância da transparência e da igualdade nas práticas corporativas. Dados simplificados Apesar da iniciativa servir a objetivos nobres e necessários, como reduzir a desigualdade salarial entre mulheres e homens e promover mulheres a cargos de liderança, o relatório tem sido alvo de críticas e até de demandas judiciais. A advogada Érika Seddon, sócia do departamento Trabalhista do escritório Mattos Filho, aponta limitações metodológicas no processo de confecção do relatório. “Os critérios utilizados não são aptos a demonstrar eventuais disparidades remuneratórias de gênero devido à generalização imposta pela Classificação Brasileira de Ocupações. A comparação entre categorias tão distintas dentro de um mesmo grupo ocupacional pode levar a conclusões errôneas sobre práticas discriminatórias,” explica. Ademais, Érika destaca que o relatório ignora informações sobre o tempo de casa do trabalhador e tempo na função, requisitos necessários para o direito ao pagamento de mesmo salário, cujos dados estão disponíveis para o ministério do Trabalho e Emprego, por meio do eSocial. “Esse é um exemplo prático de possível melhoria no relatório”. Segundo a advogada, esse é o motivo pelo qual várias empresas estão buscando vias judiciais para evitar a publicação, temendo as repercussões negativas que a simplificação dos dados pode acarretar. “Recentemente, empresas passaram a receber comunicados da Secretaria de Inspeção do Trabalho. Essa comunicação, feita através do Domicílio Eletrônico Trabalhista, visa alertar as empresas que não baixaram o relatório, sobre a necessidade de sua publicização, sob pena de multa de até 100 salários-mínimos, e pode ser o prenúncio do início das fiscalizações. Para este semestre, as empresas deverão publicizar o relatório até o final de março e, segundo a Instrução Normativa GM/MTE nº 6, mantê-lo disponível até a publicação do próximo relatório, em setembro.” Fonte: Migalhas Foto: Freepik

Presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac recebe comenda durante posse da nova diretoria da Conaje

O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), José Roberto Tadros, foi homenageado durante a cerimônia de posse da nova diretoria para o biênio 2025/2026 da Confederação Nacional de Jovens Empresários (Conaje), realizada em 19 de fevereiro, na sede do Sebrae Nacional, em Brasília. A Comenda Empreendedor, entregue pelo novo presidente da Conaje, Fábio Saraiva, reconhece a atuação de Tadros em prol do empreendedorismo e do fortalecimento da nova geração de empresários no Brasil. Durante seu discurso, Tadros ressaltou a importância da juventude como motor do progresso econômico e social. “Fico muito feliz em saber que os jovens estão labutando no dia a dia para empreender e construir um Brasil melhor. O que rompe o ciclo da pobreza é exatamente o ciclo da riqueza”, afirmou. O presidente da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) também enfatizou a necessidade de respeito, cidadania e dignidade para todos, destacando que “o lucro de hoje é a riqueza do amanhã”. Tadros ainda disse ser reconfortante observar o trabalho da Conaje, por inspirar e cultivar as jovens lideranças empresariais do País. “Precisamos de um ambiente empresarial que estimule os investimentos, a geração de empregos e renda, com segurança jurídica, respeito à democracia e valorização da iniciativa privada. A CNC e o Sistema Comércio como um todo trabalham diuturnamente para isso, e contar com aliados como vocês nessa luta só fortalece a nossa causa”, finalizou. Alfredo Cotait Neto, presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), cujo discurso valorizou a aproximação dos jovens com o associativismo, também foi homenageado na solenidade, que reuniu autoridades, representantes do setor empresarial e jovens empreendedores de diversas regiões do Brasil. Sobre a Conaje A Conaje, entidade sem fins lucrativos fundada em 2000, tem como missão fomentar o empreendedorismo e fortalecer a criação e manutenção de novas empresas dirigidas por jovens. Com 27 movimentos empresariais presentes em 20 estados brasileiros, a confederação promove capacitação empresarial, networking e compartilhamento de experiências, inspirando a nova geração de líderes a alcançar novos patamares de sucesso e transformação econômica no Brasil. Fonte e foto: CNC

CCT Engenheiros está disponível

A Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) assinada pelo SincoElétrico junto ao Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo está disponível para consulta ou download no site do SincoElétrico. Dúvidas podem ser esclarecidas por e-mail: juridico@sincoeletrico.com.br Foto: Freepik

Intenção de Consumo das Famílias cai em fevereiro

A pesquisa da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) que apura a Intenção de Consumo das Famílias (ICF) mostra queda mensal de 0,2% no índice em fevereiro, chegando aos 104,5 pontos, já descontados os efeitos sazonais. Impactado principalmente pela redução do consumo de bens duráveis (-1,6% mensal e -4,8% no comparativo anual), o resultado interrompe a curva ascendente observada desde dezembro do ano passado. No comparativo com fevereiro de 2024, a variação anual da ICF sofreu queda de 1,1%. Os dados da CNC revelam que as famílias de maior renda estão mais cautelosas ao consumir, tendência também notada entre aquelas que ganham menos de dez salários mínimos mensais: a intenção de compra reduziu 0,5% e 0,2%, respectivamente, em relação ao mês anterior. O subindicador Perspectiva de Consumo, que mensura a percepção dos entrevistados sobre o seu próprio consumo a médio prazo (nos próximos três meses), caiu nos dois grupos: 2,2% e 1%, respectivamente. “As famílias já sentem dificuldade em adquirir bens duráveis neste início de ano. Apesar do cenário desafiador, há um esforço em manter o padrão de consumo. No entanto, o comércio já deve sentir a redução das vendas nos próximos meses”, afirma o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros. Homens e mulheres estão menos otimistas No recorte por gênero, nota-se maior pessimismo em relação ao consumo, com a baixa na variação anual de intenção de compra de 1,4% entre os homens e de 0,4% entre as mulheres. Em contrapartida, o público feminino melhorou a sua “perspectiva de consumo” em relação a fevereiro de 2024, ficando 1,1% acima. Os homens não têm o mesmo ponto de vista, pontuando -2,2% no comparativo anual.    Acesso ao crédito restringe consumo O subindicador “acesso ao crédito” mostrou que as famílias de maior renda registraram queda de 0,4%, e que as com rendimentos menores apresentaram aumento de 0,4%.   “A maioria dos componentes do ICF teve alta, com exceção dos duráveis, que teve a maior redução. Isso deixa claro que as famílias sentem o impacto dos juros altos, principalmente os consumidores de maior renda, que estão sendo os mais afetados pela seletividade do crédito”, explica o economista-chefe da CNC, Felipe Tavares. Mercado de trabalho mais promissor depois de quatro meses de baixas, os consumidores mostraram mais otimismo em relação às oportunidades profissionais. O “emprego atual”, que mede a satisfação com o trabalho, apresentou alta de 0,2%, enquanto a “perspectiva profissional”, que mede a percepção do trabalhados sobre o cenário de oportunidades profissionais a médio prazo, teve o quinto crescimento seguido, de 0,4%. Confira a análise completa e a série histórica e o vídeo do economista responsável foto: Freepik

MEI ficará impedido de emitir NF-e a partir de abril se houver erro no CRT

As regras de validação de campos vinculados ao Código de Regime Tributário específico do do Microempreendedor Individual (MEI) , o CRT 4, entram em vigor em pouco mais de um mês, no dia 1º de abril de 2025, e a principal novidade é que erros nesse campo impedirão o MEI de emitir a Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) ou a Nota Fiscal Eletrônica (NF-e). Desde setembro de 2024, o MEI passou a ser obrigado a inserir o CRT 4 para a emissão da NF-e ou da NFC-e, mas será apenas em abril que entra em ambiente de produção as regras de validação dos campos destinados a informar o Código de Situação da Operação do Simples Nacional (CSOSN) e o Código Fiscal de Operações e de Prestações (CFOP) específicos para os contribuintes que informarem o CRT 4. Ou seja, erros nestes campos vinculados ao CRT impedirão o MEI de emitir nota fiscal a partir de 1º de abril. O que muda para o MEI na inserção do CRT na nota fiscal a partir de abril? A versão 1.20 da Nota Técnica 2024.001, disponibilizada no Portal da NF-e publicada pela Sefaz, indica que, a partir de 1º de abril de 2025, entrará em produção as regras de validação que afetam o CRT=4 (MEI). Ou seja, a partir desta data, informações erradas, como por exemplo, um CFOP não permitido para o MEI, impossibilitaram a validação da nota fiscal, podendo ocasionar rejeições e divergências. A primeira versão da mesma nota técnica, incluiu o CRT=4 (MEI) para validar os dados cadastrais na base da Sefaz. Vale dizer que uma vez selecionado este CRT, se o cadastro do emitente não estiver como microempreendedor na Sefaz, o documento será rejeitado. Relembre a obrigatoriedade para o MEI na emissão de nota fiscal A versão 1.10 da Nota Técnica 2024.001, publicada pela Sefaz, divulgada no Portal da NF-e, determinou que os contribuintes enquadrados como MEI deveriam inserir o CRT 4 (regime tributário específico do segmento) ao emitir dois modelos de nota fiscal, a NF-e e a NFC-e, a partir de 2 de setembro de 2024. Porém, a versão 1.20 desta mesma uma nova Nota Técnica, a data foi prorrogada prorrogou para 16 de setembro de 2024, a obrigatoriedade, e ainda determinou que as regras de validação de campos vinculados ao CRT 4 entrariam em vigor a contar de 1º de abril de 2025. CFOPs que podem ser usados pelo MEI A atualização na tabela CFOP que contém os códigos que podem ser utilizados pelo MEI foi prorrogada e também passam a valer a partir de 1º de abril de 2025. Sempre que a legislação exigir que o MEI emita NF-e ou NFC-e, o microempreendedor deverá adotar o CRT 4, novo código de regime tributário específico do MEI e, conjuntamente, adotar o CFOP adequado à sua operação fiscal. Veja a seguir quais são os CFOPs que deverão ser utilizados pelo MEI nas operações internas e interestaduais quando for informado o CRT 4, específico deste segmento: 1.202 Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, ou qualquer devolução de mercadoria efetuada pelo MEI com exceção das classificadas nos códigos 1.503, 1.504, 1.505 e 1.506. 1.904 Retorno de remessa para venda fora do estabelecimento, ou qualquer entrada e retorno de remessa efetuada pelo MEI com exceção dos classificados nos códigos 1.202, 1.503, 1.504, 1.505 e 1.506. 2.202 Devolução de venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, ou qualquer devolução de mercadoria efetuada pelo MEI com exceção das classificadas nos códigos 2.503, 2.504, 2.505 e 2.506. 2.904 Retorno de remessa para venda fora do estabelecimento, ou qualquer entrada e retorno de remessa efetuada pelo MEI com exceção dos classificados nos códigos 2.202, 2.503, 2.504, 2.505 e 2.506. 5.102 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, ou qualquer venda de mercadoria efetuada pelo MEI com exceção das saídas classificadas nos códigos 5.501, 5.502, 5.504 e 5.505. 5.202 Devolução de compra para comercialização, ou qualquer devolução de mercadorias efetuada pelo MEI com exceção das classificadas no código 5.503. 5.904 Remessa para venda fora do estabelecimento, ou qualquer remessa efetuada pelo MEI com exceção das classificadas nos códigos 5.502 e 5.505. 6.102 Venda de mercadoria adquirida ou recebida de terceiros, ou qualquer venda de mercadoria efetuada pelo MEI com exceção das saídas classificadas nos códigos 6.501, 6.502, 6.504 e 6.505. 6.202 Devolução de compra para comercialização, ou qualquer devolução de mercadoria efetuada pelo MEI com exceção das classificadas no código 6.503. 6.904 Remessa para venda fora do estabelecimento, ou qualquer remessa efetuada pelo MEI com exceção das classificadas nos códigos 6.502 e 6.505. Para as operações de comércio exterior, ativo imobilizado e ISSQN, o MEI que informar CRT 4 poderá utilizar os seguintes CFOPs: 1501, 1503, 1504, 1505, 1506, 1553, 2501, 2503, 2504, 2505, 2506, 2553, 5501, 5502, 5504, 5505, 5551, 5933, 6501, 6502, 6504, 6505, 6551 e 6933. Fonte: Contábeis Com informações adaptadas IOB Foto: Freepik

IPCA desacelera em janeiro, mas inflação segue acima da meta

O Instituto Nacional de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou, em 11 de fevereiro, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a principal medida de inflação do País, referente a janeiro de 2025.  Houve alta de 0,16% nos preços, desacelerando em relação a dezembro (0,52%). No acumulado de 12 meses, a inflação chegou a 4,56%, ultrapassando o teto da meta de 4,5%. A deflação do grupo Habitação (-3,08%), impulsionada pelo bônus da Usina de Itaipu que garantiu desconto na conta de luz no último mês, ajudou a conter o avanço do índice. Já Transportes (1,30%) e Alimentação e Bebidas (0,96%) foram os principais responsáveis pela alta, pressionados pelo reajuste de passagens e combustíveis. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) prevê inflação de 0,21% em fevereiro e 4,70% no acumulado de 2025, sinalizando um ano de desafios no controle dos preços. Confira a análise completa foto: freepik

Senac Empresas amplia oferta de cursos e serviços gratuitos para fortalecer o setor produtivo

O ambiente virtual “Senac Empresas”, criado sob medida para atender às necessidades do setor produtivo brasileiro, foi reformulado e está ainda mais completo, com novas soluções de educação e capacitação profissional. O Senac entende e conhece bem os desafios do mundo empresarial e, por isso, ampliou a oferta gratuita de cursos e treinamentos; todos voltados para o desenvolvimento das empresas, com melhor desempenho de seus funcionários e o aperfeiçoamento da gestão corporativa. “A reformulação do Empresas é mais um capítulo importante na história do Senac, em particular para o Departamento Nacional. Oferecendo cursos gratuitos e certificados digitais, é uma plataforma acessível e flexível para atender empresas de todos os portes e segmentos. Queremos que este seja um marco no fortalecimento da nossa relação com aqueles que viabilizam, com suas contribuições e seu apoio, a nossa atuação”, afirma Marcus Fernandes, diretor-geral do Senac DN. Com a ampliação da formação EAD Senac, a ideia é estreitar o approach com os diversos setores do empresariado, especialmente com a área de Comércio de Bens, Serviços e Turismo, oferecendo qualificação de ponta aos colaboradores vinculados às empresas associadas ao programa. Isso irá proporcionar uma experiência mais ágil e acessível para as empresas na hora de buscar capacitação profissional para seus funcionários. “Essa iniciativa faz parte de uma estratégia nacional de atendimento empresarial que temos adotado para estreitar cada vez mais os vínculos que unem os empresários e o Sistema Comércio. Dessa forma, esperamos contribuir com a oferta de uma formação profissional de excelência para qualificar os trabalhadores e potencializar os resultados gerados para as empresas”, conclui José Roberto Tadros, presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac. Ao acessar o Senac Empresas, as empresas terão acesso a:• Soluções educacionais gratuitas: um portfólio de cursos e materiais desenvolvidos especialmente para orientar o público empresarial.• Eventos selecionados: participação em feiras, conferências e congressos apoiados pelo Senac Brasil, com condições especiais: gratuito ou com valores diferenciados.• Materiais exclusivos: e-books, vídeos e publicações com temas relevantes para o setor empresarial.• Participação ativa: a empresa poderá contribuir na criação de produtos ou ações que visam fortalecer o setor de Comércio de Bens, Serviços e Turismo. Com a ampliação do Senac Empresas, a instituição reafirma seu compromisso com o desenvolvimento organizacional das empresas e o progresso econômico do país. Foto: Divulgação